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segunda-feira, março 1

O lanche escolar ideal para seu filho



Segundo a Organização Mundial de Saúde, uma dieta saudável passa por cinco pontos: amamentar o bebê durante os seis primeiros meses de vida, comer alimentos variados, ingerir muitos vegetais e frutas, moderar na quantidade de gorduras e óleos e evitar sal e açúcar. Parece fácil, mas estes hábitos devem ser desenvolvidos desde a infância – de preferência, começando pelo que seu filho leva na lancheira.

O lanche escolar é uma refeição intermediária, que serve para dar energia à criança entre duas refeições principais. O ideal é que ele contenha uma porção de carboidratos, para fornecer energia; uma porção de lácteos, que tem proteínas; uma porção de frutas ou legumes, responsáveis pelas vitaminas, fibras e minerais; e uma bebida, para hidratação.

Do outro lado, pães brancos, refrigerantes, salgadinhos – especialmente os fritos – e confeitos desequilibram a balança. Apesar de fornecerem energia, estes alimentos contêm pouco além das chamadas “calorias vazias”. “Nutricionalmente, eles são só sal e gordura”, alerta a nutricionista Rosana Perim, do Hospital do Coração, em São Paulo.

É claro que a maioria das crianças prefere abrir a lancheira e encontrar batatinhas fritas, chocolate e refrigerante. Já os pais gostariam que elas comessem um bolo integral, uma fruta e um suco. Para equilibrar essa equação, a nutricionista e consultora Cynthia Striebel, que há 14 anos desenvolve um projeto de educação alimentar escolar em Porto Alegre, sugere a negociação. “Seu filho quer levar a bolachinha recheada? Pode, mas tem que levar a fruta ou o leite junto”, exemplifica.

Rosana Perim concorda. “Não precisa proibir o chocolate. Basta saber equilibrar”, diz ela. Outra dica é incluir as crianças no processo de comprar e preparar o lanche. Vale levá-las ao mercado ou à feira, explicar porque você escolhe aqueles alimentos e como aquilo vai fazer bem a elas.
Opções industrializadas
Nem todas as mães têm o tempo necessário para assar um bolinho integral ou preparar um suco natural para o lanche do filho antes de sair de casa pela manhã. Por isso, não se desespere se tiver de recorrer aos industrializados. Hoje, os supermercados oferecem opções razoavelmente saudáveis, basta saber escolhê-las.

No caso dos biscoitos, procure aqueles com as menores quantidades de gordura e de açúcar possíveis. Bolinhos com recheio e cobertura devem ser evitados, pois geralmente contêm gordura trans – vale observar também na tabela nutricional do alimento o índice de gordura vegetal hidrogenada; quanto mais elevado, pior. Escolha os sucos de caixinha sem adição de açúcar e lembre-se que achocolatados não são leite, são uma composição feita com soro de leite: prefira aqueles com menos sódio e menos açúcar e garanta que a criança beba leite de verdade em algum outro momento do dia.

Conservação

Não adianta ficar atenta para um cardápio equilibrado se ele não estiver bem conservado na hora do sinal. Lancheiras térmicas garantem conservação por duas a quatro horas, segundo fabricantes. Mesmo assim, é melhor evitar patês e embutidos que necessitem de refrigeração maior.

Cynthia dá uma dica final: colocar a caixinha de suco ou a garrafinha de água congelada na lancheira é uma opção para garantir um resfriamento extra. E não se esqueça de fiscalizar os cuidados do seu filho com o lanche. Se o que ele não consome pela manhã vira petisco para depois da aula de inglês, no fim da tarde, não há lancheira que aguente.

Ig.com.br

terça-feira, abril 7

Semana da Alimentação

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A alimentação tem um papel muito importante no crescimento, desenvolvimento e saúde das crianças e jovens.
É importante criar, nas crianças, bons hábitos alimentares pois deles depende uma alimentação saudável no futuro, prevenindo assim o aparecimento de doenças graves como o cancro, a diabetes, obesidade, etc.
"A Pirâmide Alimentar encoraja os princípios básicos de uma dieta saudável : variedade, equilíbrio e moderação





Dicas para alimentação com saúde para sua criança

* Evite discussões sobre alimentos gordurosos e doces ao não trazê-los para dentro de casa. Deixe os refrigerantes, doces, batata-frita e biscoitos no supermercado.
* Sirva água quando seu filho tiver sede. Água é saudável e barata.
* Crianças tomam seus pais como exemplo. Então, dê bons exemplos ao comer alimentos saudáveis. Compre e experimente novas frutas e vegetais. Beba água entre as refeições. Estabeleça uma rotina em casa para suas refeições e lanches. Seu filho aprenderá com seu bom exemplo.
* Não espere que seu filho goste de um alimento novo na primeira tentativa. Ofereça de novo na próxima semana. Geralmente leva várias tentativas antes que a criança fique receptiva a tentar alimentos novos.

domingo, agosto 31

Sanduiche LEGAL!!!




Neste 3º Bimestre, os alunos da 4ª série estão estudando sobre a importância dos alimentos e seus nutrientes como vitaminas, proteínas, lipídios, etc.


É muito importante para o nosso crescimento termos uma alimentação saudável.


Por isso tiveram uma aula bem legal, onde os alunos junto com a professora prepararam um sanduiche natural.


Foi super divertido e saudável!



HUM......



Que DELICIA!!!

domingo, agosto 19

As batalhas nas refeições



publicado em 24/04/2007


Se seu filho trava a boca e olha pra vc com ar de desafio, o melhor a fazer segundo 100% dos pediatras e nutricionistas é não dar bola. É você quem tem de mudar de estratégia para acabar com as batalhas nas refeições e restabelecer a paz à mesa.
Algumas crianças, ao sentarem em seus cadeirões, fazem careta, balançam a cabeça quando a mãe oferece o prato suculento com bifinho e abobrinha refogada. "Vai começar tudo de novo!" pensa a mãe, exausta e já sem esperanças de que o filho algum dia venha comer direito. Orientações pedátricas são de que se não querem almoçar, pois que fiquem sem almoço. No jantar ele vai comer o que estiver no prato, desde que não sejam oferecido bolachinhas ou outros alimentos qualquer no intervalo.O temor, supercomum de toda mãe, é achar (instintiva e inconscientemente) que se deixar de se alimentar, o filho pode morrer. A questão é que algumas, embora se preocupem, não dão importancia exagerada à falta de apetite ou à recusa de certos alimentos por parte dos pequenos. Outras, no entanto, condicionam o desempenho como mãe à alimentação do filho e tornam-se presas fáceis para a manipulação infantil.Dissociar comida de afeto é fundamental para acabar com a guerra da refeição. O raciocínio de muitas mulheres é assim: ao alimentá-lo, estou dando uma prova de amor ao meu filho. Se ele recusa a comida, é porque não me ama. Sorrateiro, inconsciente e torturante, esse modo de pensar provoca sentimentos de impotência (afinal, ninguém vai abrir a boca da criança à força para obrigá-la a comer) e de profunda rejeição. Na tentativa de resolver o conflito, a mãe faz qualquer coisa para ver o filho mastigar ("mesmo que sejam salgadinhos e chocolates, pois até isso é melhor do que ficar de estomago vazio", pensam algumas). A criança, muito sensível e esperta, se aproveita dessa vulnerabilidade para chantagear a mãe e comer apenas o que quer.Nos primeiros anos de vida, a criança transborda de curiosidade em relação ao mundo - portanto, essa fase é a melhor para introduzir texturas diferentes e explorar novos sabores. Pode ocorrer de a criança se recusar a comer algumas verduras, não porque está fazendo birra, mas porque o sabor não lhe agrada. Para distinguir as duas situações, mude a forma de apresentação (ralado, em rodelas, como purê) e nunca desista antes de tentar no mínimo cinco vezes. Se não funcionar, considere a hipótese de ela não gostar daquela hortaliça e pense em substituições por alimentos do mesmo grupo.


OS 10 PASSOS PARA NÃO ENLOUQUECER (ENQUANTO A GUERRA DURAR)
1-Algumas atitudes que ajudam você e seu filho a botar ordem na mesa.
Lugar de comer é na cozinha, na copa ou na sala de jantar. E em nenhum outro lugar, sem negociações!
2-Rigidez também com o horário. Não comeu na hora certa, terá que esperar a próxima refeição. Não deixe intervalos longos entre as refeições para que ele não ataque bobagens.
3-Organize um cardápio variado, pois, assim como vocês, seu filho também não aguenta a monotonia do arroz, feijão, bife e batata todo dia.
4-Siga a quantidade certa para a idade de seu filho. Não adianta fazer um prato cheio quando ele só consegue dar conta de uma xícara e meia de chá de comida.
5-Jamais insista para que ele coma só mais uma colherada. É bom que ele aprenda a parar quando estiver saciado. Quem ingere mais do que necessita desenvolve tendência à obesidade.
6-Sem aviãozinho, livrinhos, TV ou brincadeiras na hora da comida. Seu filho precisa prestar atenção no que está ingerindo para que o ato não se torne mecânico.
7-Em hipótese alguma substitua parte da refeição ou toda ela simplesmente porque seu filho não quer um determinado alimento. Assim como os adultos, os pequenos também têm preferências. O mais importante é manter uma dieta equilibrada.
8-Chantagem não vale. Nunca diga: "Se você comer brócolis, vai ganhar chocolate". Além de oferecer munição para ser manipulada, você está reforçando a idéia de que brócolis é horrível e só vale a pena comer se houver uma boa recompensa.
9-Não esconda a verdura embaixo do arroz com feijão. Uma relação verdadeira se constrói também na hora de comer.
10-Se seu pequeno se machucou, não dê a ele comida como forma de conpensação. É meio caminho andado para gerar adultos com problemas com a balança, porque aprenderam a afogar as mágoas no alimento. Tenham certeza de que o que estão fazendo é o correto, pois a criança percebe o grau de segurança dos pais e é isso que garantirá o cumprimento das regras.

Tem salvação!

Mesmo que você descubra que não está fazendo a coisa certa, dá para recuperar - na boa - o tempo perdido. Para garantir o sucesso da operação, você deve...
- Ter certeza de que quer mesmo mudar a situação em que se encontra. Assim, você ficará mais forte - para aguentar os choros e as birras dos primeiros dias da reeducação.- Determinar quais são as novas regras de alimentação em sua casa (horários certos, local adequado, mesmo cardápio da família) e explicar à criança, com calma e em tom seguro, como as coisas funcionarão dali para a frente, mesmo se achar que ela não está entendendo nada. Esse ritual de passagem é importante também para você.
- Revezar com outras pessoas a tarefa de alimentar seu filho. Use situações que deixem você menos ansiosa (como brincar, cuidar da higiêne, colocar para dormir) para demonstrar afeto.
- Fazer uma auto-análise em relação aos hábitos da família. Pais que não têm horário para comer, só comem bobagens e não demonstram prazer pelos alimentos não podem exigir que os filhos sejam exemplo de boa conduta à mesa.
- Convencer-se de que ele não vai ficar desnutrido se comer quase nada ou mesmo se não fizer uma refeição inteira. Se a apetência dos adultos varia, por que é que as crianças têm que comer diariamente um prato cheio?


Reportagem> http://claudia.abril.uol.com.br/edições